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O Ministério de Famílias da Segunda Igreja Batista de Campo Grande/MS entende que toda tentativa de cumprir os mandamentos de Cristo em relação ao trabalho do discipulado deve, em primeiro lugar, partir de uma compreensão plena desta tarefa, a fim de não desperdiçar esforços rumo ao fracasso. Por isso, antes de qualquer análise e discussão, é necessário enfatizar que o Ministério de Pequenos Grupos
(MPG) NÃO SUBESTIMA o papel da igreja, em seus cultos prestados no templo, em sua Educação Cristã na Escola Bíblica Dominical, e em todos os demais trabalhos exercidos por irmãs e irmãos que cooperam no Reino de Deus.
O culto de celebração é um importante momento de encontro do povo de Deus, onde homens e mulheres justificados louvam, adoram e celebram o seu Deus, para então voltar aos lares e ao mundo, multiplicando a Verdade do Evangelho e abençoando a sua comunidade. Desta forma, entendemos que os Pequenos Grupos
(PGs) não são a igreja, mas sim parte importante dela. É um ministério que visa somar e multiplicar na vida comunitária da igreja, alcançando os objetivos que hoje, em virtude do tamanho da comunidade, não se pode alcançar nos cultos dominicais de celebração: cuidado individual, tempo adequado de oração, discipulado intencional e evangelismo pessoal.
Há, atualmente, um senso comum a respeito do MPG nas igrejas brasileiras. A maioria dos líderes cristãos acredita que existem dois modelos de trabalho com Pequenos Grupos, ou seja, uma Igreja COM Pequenos Grupos ou uma Igreja EM Pequenos Grupos. É importante analisar isoladamente estes conceitos:
Igreja COM Pequenos Grupos: Neste modelo, o PG não é considerado prioridade ministerial máxima da comunidade, apesar de ser visto como uma importante opção de crescimento e pastoreio do rebanho. As inúmeras atividades existentes são ainda consideradas relevantes, e quando há programas especiais na igreja os PGs são estimulados a colaborarem com tais empreendimentos. Nesse modelo os membros da Igreja podem escolher fazer parte, ou não, de um PG.
Igreja EM Pequenos Grupos: Neste modelo tudo acontece através dos PGs e a partir dos
PGs. Um PG é a própria Igreja em sua essência e forma, funcionando nos lares. Mas para uma Igreja funcionar neste modelo é necessária uma mudança considerável: Estrutura, Programações e Métodos. Ou seja, além do funcionamento do próprio ministério de
PGs, somente o culto dominical é considerado uma programação relevante.
A partir da consideração acima entendemos ser coerente à SIBCG um MPG referente ao primeiro conceito, ou seja, uma igreja COM Pequenos Grupos, já que a existência de um MPG não deve negligenciar a relevância das inúmeras programações que auxiliam nos serviços prestados ao corpo de Cristo e à sociedade secular. |